¡A los venezolanos!

Comunicado del Colegio de Internacionalistas de Venezuela ante la crisis del país Ante la preocupante realidad que se vive en Venezuela y que nos permite vislumbrar el inminente colapso de las instituciones públicas y privadas del país, Considerando Que lejos de cualquier alarmismo, los venezolanos afrontamos una realidad desesperada manifestada por la dificultad para conseguir alimentos, garantizar servicios de salud y medicinas, poseer agua potable, tener suministro regular de energía eléctrica, gas, gasolina, dinero efectivo, transporte público, internet, entre otros. Que la mayoría de las democracias del planeta han expresado un rechazo explícito al proceso electoral realizado en el año 2018, el cual es considerado como nulo e irrito, por lo que no reconocen la presidencia de Nicolás Maduro. Que se hace necesario detener el nivel de destrucción que se ha producido en el país en los últimos años. Para salir del foso es fundamental contar con la cooperación de los países y organismos de la comunidad internacional. Para ello se necesitan construir las condiciones idóneas en un marco de democracia, libertades y respeto a los derechos humanos. Que ante la convocatoria de unas elecciones parlamentarias para el mes de diciembre de 2020, realizada por un Consejo Nacional Electoral carente de legitimidad y confianza dado su origen y que no da asomos de garantizar las condiciones idóneas que permitan tener la posibilidad de elegir dado el secuestro de las tarjetas de partidos, la falta de observación internacional, las presencia de un obsceno ventajismo, la existencia de presos políticos y las limitaciones a la prensa libre, la comunidad internacional ha reprochado el llamado comicial.   Proponemos Somos de la idea de que la única solución pacífica que podría solucionar la gran crisis política, social, moral y económica que se vive en el país, seria la convocatoria de un proceso electoral que permita tener las garantías necesarias para elegir un nuevo Presidente de la República. La realización de un proceso electoral, donde solo se escoja un nuevo parlamento, no soluciona la crisis política en Venezuela, al contrario, la agravaría. Por esta razón consideramos urgente la suspensión de este proceso electoral y la activación del comité de postulaciones de la Asamblea Nacional para elegir un árbitro confiable que convoque un nuevo proceso electoral que permita legitimar los poderes públicos. Exhortamos a la adecuación constitucional del Tribunal Supremo de Justicia, tal como lo ha exigido la comunidad internacional democrática. Esto se consigue incorporando a los 13 magistrados principales y 20 suplentes elegidos y juramentados por la Asamblea Nacional el 21 de julio de 2017. Se debe crear un gran Acuerdo Nacional, que tenga como prioridad, liberar a los presos políticos, abrir un canal humanitario, suprimir el falso carácter supraconstitucional de la denominada Asamblea Nacional Constituyente y devolver las plenas atribuciones a la Asamblea Nacional. En Caracas, a los 19 días del mes de agosto de 2020.

Potência Tech powered by iFood: Ciência de Dados com Python

No entanto, o que diferencia o nosso bootcamp é o nosso compromisso de preparar os participantes para o sucesso desde o início. Antes de ingressar em nosso programa, os alunos recebem um material de preparação abrangente, projetado para ajudá-los a construir o conhecimento básico necessário para a ciência de dados. Esse material abrange fundamentos de programação e conceitos estatísticos, permitindo que os participantes fortaleçam https://johnathanprrn90001.iyublog.com/26052494/curso-cientista-de-dados-com-horário-flexível-plataforma-própria-e-garantia-de-emprego suas habilidades antes de mergulharem nos cursos mais avançados. O alinhamento do currículo é uma consideração crítica ao escolher um bootcamp de ciência de dados. É essencial garantir que o currículo oferecido esteja alinhado com suas aspirações e objetivos de carreira. Alguns bootcamps podem ter um foco de nicho em indústrias ou tecnologias específicas, tornando-os mais adequados para determinados caminhos de carreira. Você tem o apoio de professores dedicados ao curso, que são experts em Data Science, e aprende junto com uma turma de profissionais de todo o Brasil. O objetivo do programa é a preparação e certificação para quem deseja comprovar para o mercado o conhecimento e habilidades para exercer funções em Ciência de Dados e Inteligência Artificial. À medida que a procura de cientistas de dados continua a aumentar em vários sectores, um bootcamp de ciência de dados pode ser o seu bilhete para uma carreira gratificante e a pedido. Aprenda as habilidades de um cientista de dados e construa seus próprios produtos de data do zero. Os testes têm como objetivo identificar e selecionar aquelas pessoas motivadas e comprometidas https://www.thekeithclan.com/ten-internet-growth-suggestions-to-far-better-your-site-achievement/ com a experiência intensiva e imersiva em programação (mas também dinâmica e divertida). Graduações, pós e MBAs em TI, finanças e negócios, além de bootcamps e cursos livres. Fluency e Awari estão oficialmente juntas e prometem transformar o panorama educacional e profissional, unindo cursos… Um bootcamp de ciência de dados é uma forma poderosa e eficiente de iniciar a sua carreira no domínio da ciência de dados. Com o seu currículo estruturado, projectos práticos e assistência na colocação de emprego, os bootcamps proporcionam uma via rápida para se tornar um cientista de dados. No entanto, é essencial pesquisar cuidadosamente e escolher o bootcamp certo que esteja de acordo com os seus objectivos e https://telegra.ph/Get-Your-Foot-In-The-Door-With-Good-SEO-Content-03-29-2 interesses. Oportunidades de networking Os Bootcamps incluem frequentemente eventos de networking e ligações a profissionais da indústria, aumentando as suas hipóteses de encontrar oportunidades de emprego. O DataCamp é totalmente online e destina-se a profissionais que já estão trabalhando em tecnologia, finanças e saúde. No entanto, qualquer pessoa interessada em Ciência de Dados se beneficiará do programa. Trabalhe em vários projetos de ciência de dados e IA, culminando numa demo ao vivo do seu modelo para um público real. Neste guia completo para bootcamp, exploramos o que é Análise de Dados, os motivos para fazer um bootcamp nessa área, dicas para escolher o melhor programa e como aproveitar ao máximo sua experiência de bootcamp. Esta intensidade serve de catalisador para o rápido desenvolvimento de competências, uma vez que leva os alunos a aprofundar tópicos complexos, a trabalhar em projectos do mundo real e a aplicar o que aprenderam num ambiente prático. O Data Science Career Track do Springboard consiste em um programa de seis meses que normalmente exige dedicação de 10 a 15 horas por semana. O Bootcamp não é um curso para adquirir conhecimento (já temos diversas Formações na DSA para esse propósito). Pensando nisso, a DSA vai mais uma vez ser a pioneira e trazer um Programa de Certificação em Ciência de Dados para várias carreiras e diferentes níveis. Além disso, vai trabalhar estratégias para criar portfólios eficientes e atraentes, que vão impressionar nos processos seletivos. Neste ponto, você irá trabalhar a inteligência emocional como chave para um trabalho em equipe bem-sucedido, dominando o gerenciamento de emoções e relacionamentos no ambiente profissional. O que você irá aprender com os Com os cursos Coding Bootcamp, você terá uma experiência intensa e imersiva em linguagem de programação web, ciência de dados e machine learning. Enquanto nossas pós-graduações live têm o foco na especialização do profissional da área, possuindo aulas 2x/semana e os demais dias de autoestudo. A Byte Academy oferece programas de tempo integral, parcial e remotos; e os participantes têm a opção de adiar o pagamento até garantir um emprego após a graduação. Cada curso individual em nosso portal tem o certificado de conclusão e ao concluir os cursos de uma Formação, o aluno recebe o certificado de conclusão da Formação. O Bootcamp não é obrigatório e o aluno pode adquirir o conhecimento através das nossas Formações que possuem certificado de conclusão. O objetivo do programa é a preparação e certificação para quem deseja comprovar para o mercado o conhecimento e habilidades para exercer funções em Ciência de Dados e Inteligência Artificial. Uma excelente forma de diferenciação em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. “Bootcamp alinhado com o mercado” O programa é, mas os requisitos a serem aplicados incluem experiência em física, astrofísica, matemática, estatística, bioinformática, engenharia, informática ou neurociência, bem como grau de doutorado. O programa tem apenas uma classificação de cinco estrelas no Switchup, provavelmente devido ao seu nicho de mercado, então você pode querer pesquisar mais para determinar se é o melhor para suas necessidades. O custo e a ajuda financeira devem ser um aspeto importante do seu processo de decisão ao selecionar um bootcamp de ciências de dados. Acreditamos que a educação de qualidade deve ser acessível a todos, independentemente da sua situação financeira. Possibilidade de crescimento, certificado e disponibilização na plataforma DIO para dezenas de empresas que buscam contratar. Aprenda a estatística por trás dos modelos de ML e IA, realize análises exploratórias, treine e teste modelos clássicos e redes neurais, tudo isso com Numpy, Pandas, Scikit-Learn, PyTorch e mais ferramentas Python. Tendo em conta os benefícios, é crucial selecionar o bootcamp adequado às suas necessidades. Ao final do bootcamp, os participantes recebem um certificado de conclusão. Ao clicar em “criar minha conta grátis”, declaro que aceito as Políticas de Privacidade e os Termos de Uso da DIO. Quando se candidatar, entraremos em contato

El Protocolo Deportivo

MARIA ENRIQUETA ALVAREZ GOMEZ Si hay algo que me apasiona es hablar sobre protocolo. Mucha gente piensa que el protocolo es dejar de ser uno mismo, que es algo anticuado o fuera de moda; ciertamente, existe desde que el mundo es mundo, nace con el ser humano. En el Código de Hammurabi, por ejemplo, que es aproximadamente del año 1750 A.C., ya se habla de precedencia, tanto a nivel corporativo, como a nivel social. Pero, el protocolo, no es solamente para personalidades de la política o del mundo diplomático, ni solo para reyes, duques, presidentes o jefes de Estado. No, hablar de protocolo es hablar de normas, costumbres, tradiciones, cortesía, respeto, puntualidad… Vamos a encontrar muchas acepciones con su definición, pero también muchos tipos de protocolo, tales como: de Estado, social, empresarial, diplomático, en el turismo, deportivo, gastronómico… y más.   Pero hoy, vamos a referirnos al apasionante mundo del protocolo en el deporte. Vamos hablar de una fiesta. Organizada, donde los atletas son los protagonistas de la misma. En los diversos temas del protocolo siempre hay símbolos que usar, y el deporte no escapa de la misma. Hay bandera, Himno y la gran Antorcha, que es lo más representativo del deporte. ¿Pero, en qué consiste el protocolo deportivo? Aquí comenzamos con una controversia,  porque una  definición de  protocolo  deportivo ha  sido  un  tanto complejo,  ya  que  encontramos  autores  que  afirman que  el  protocolo deportivo como  tal  no  existe, sin  embargo,  observamos normativas protocolarias contempladas en la  Carta  Olímpica y  en  los reglamentos de  los  juegos  regionales,  como  podría  ser los  juegos  deportivos Panamericanos, los  juegos  deportivos Bolivarianos o  los  Centroamericano y  del  Caribe,  por  citar  algunos que  corresponde con Latinoamérica; y podemos ir a más, como son los Juegos Olímpicos. Podríamos definir protocolo deportivo como: Normativa establecida por usos y costumbres, que determinan el orden, precedencia y honores que deben tener  las  personas y  los  símbolos en  los  actos  deportivos,  así  como  la  solemnidad y  el  desarrollo ceremonial  de  dichos  actos,  donde  se  relacionan  las  personas,  en  sus  distintas  etapas. En el caso de una competencia que se promueva en el país, el orden de precedencia no es fija, pudiera ser de esta manera: Comité Olímpico Internacional Comité Olímpico Nacional Federación Deportiva Internacional Federación Deportiva Nacional Asociaciones Deportivas Regionales Ligas Distritales Deportivas Comisiones Deportivas Municipales Clubes Deportivos Atletas Es decir, la precedencia varía según el evento, lugar, objetivo, anfitrión. La mezcla de autoridades deportivas, gubernamentales, y de toda índole a nivel nacional, así como representantes del mundo privado (empresarial), es lo que el profesional del protocolo tiene que saber ubicar de forma correcta y, sobre todo con mucha sutileza, ya que obviamente, no todos pueden ser protagonistas. Al hablar de los juegos olímpicos, se debe recordar que estos   se llevan a cabo cada 4 años. Congregan aficionados de todas las naciones, en competencia igual y no se permite ninguna discriminación contra cualquier país o persona por motivo de raza, credo, sexo o afiliación política. La primera prueba documental de la celebración de los Juegos Olímpicos data del año 776 a. C. en la localidad griega Olimpia. En la época clásica, los juegos duraban cinco días, y los ganadores de las pruebas eran considerados como héroes por su propia ciudad. Todos, los que eran ciudadanos libres griegos, tenían el derecho de participar en los Juegos Olímpicos; sin embargo, las mujeres no podían competir, ni participar como espectadoras, ya que éstos eran privilegios sagrados de los hombres. En principio, el veto era por razones de pudor, ya que se pretendía impedir que las mujeres contemplasen el cuerpo desnudo de los atletas. Bajo Alejandro Magno y en tiempo de los romanos erosionó el sistema de valor y el significado de los juegos. Se suspendieron en  el  393 a.C. El resurgir olímpico se inició en 1896 cuando se llevaron a cabo los primeros Juegos Olímpicos en Atenas, Grecia, con la asistencia de 245 atletas de 13 naciones.  Así fue, como quince siglos después de la desaparición de las antiguas olimpiadas, el 4 de abril de 1896 el rey Jorge I de Grecia, declaró oficialmente inaugurados los Juegos Olímpicos de Atenas. Once días duró la competición y la prensa mundial no le dio mayor relevancia.  Desde entonces, el número de atletas, países representados y la variedad de los deportes se ha incrementado. El   gran percusor   y   fundador   de la era moderna de los Juegos Olímpicos fue Pierre de Fredi, Barón de Coubertain, quien formó el Comité Olímpico Internacional en París, 1894.   Fue   el impulsor de la reimplantación de la tradición olímpica, y además realizó numerosos aportes al ceremonial olímpico como es el traslado de la antorcha olímpica y la creación de la bandera con los cinco anillos entrelazados.  La meta del Movimiento Olímpico es contribuir a la paz, y a la construcción de un mundo mejor a través de la educación de los jóvenes con el deporte, sin discriminación de ningún tipo y con el espíritu olímpico que requiere entendimiento mutuo de amistad, solidaridad y justicia. En cuanto a sus símbolos, tenemos: La Bandera Olímpica, una tela blanca que significa paz, entrelazada por 5 aros que son los continentes y los aros tienen un color distinto (amarillo, azul, rojo verde y negro) estos colores representan las banderas de todos los países del mundo, es decir, al menos uno de los seis colores de la Bandera Olímpica está en todas las banderas de los países del mundo, y   los cinco anillos representan la unión de los cinco continentes, en paz, unidos por el deporte. En el caso de Venezuela es el amarillo, azul y rojo.  Así que debemos olvidar eso que siempre se había dicho que era la representación a un continente cada color de los aros.  No.  La Bandera Olímpica se iza en todas las Ceremonias de apertura, desde Amberes, Bélgica en 1920; aunque fue exhibida   por primera vez en 1914 en el Congreso Olímpico de Paris. Esta debe ondear desde el principio hasta el final de los Juegos Olímpicos, en un mástil erigido

How To Start A Bookkeeping Business 2024 Guide

Both kinds of features combined to account for 60% of our total score. Botkeeper is best for accounting firms that want to scale by automating bookkeeping tasks. QuickBooks Live is best for business owners who want to get their bookkeeping in order but don’t have the time or resources to do it. Many bookkeepers hone and develop their expertise over time while others opt to complete seminars, read books or take online classes. When an effective bookkeeping system is in place, businesses have the knowledge and information that allows them to make the best financial decisions. Tasks, such as establishing a budget, planning for the next fiscal year and preparing for tax time, are easier when financial records are accurate. Businesses with a significant number of invoices in accounts payable or receivable may employ dedicated bookkeeping clerks for these transactions. Accounts payable bookkeepers help protect companies’ credit standing by ensuring they meet financial obligations on time. Accounts receivable bookkeepers collect money owed to the business and report delinquent accounts. Keeping up with regulatory change Cecilia is a freelance writer, content marketing strategist and author covering education, technology and energy. She is a current contributor to the Forbes Advisor education vertical and holds a summa cum laude journalism degree from California Polytechnic State University, San Luis Obispo. Ultimately, your circumstance determines whether a bookkeeping certification would be worth it for you. Junior bookkeepers looking to establish themselves in the field are arguably more likely to benefit from certification. Experienced bookkeepers, on the other hand, may not see a significant return on investment. Coursework and other continuing education programs support skill development and encourage professional networking, which can also expand your job opportunities. The ancient profession of bookkeeping is undergoing a quiet revolution. Many of the changes are coming from within the accounting industry, while others connect with a wider set of socioeconomics. In accordance with the new regulations, businesses are urged to familiarize themselves with their tax obligations and seek professional assistance to mitigate risks and optimize their tax strategies. ADJC emphasizes the importance of proactive compliance to avoid penalties and maintain a competitive edge in the evolving business landscape. You can work with other bookkeepers and tax experts to share and expand your knowledge. Best Online Bookkeeping Services ( Laura is a freelance writer specializing in small business, ecommerce and lifestyle content. As a small business owner, she is passionate about supporting other entrepreneurs and sharing information that will help them thrive. Keeping up with the records in your small business might be a task you are willing are bookkeepers in demand and able to tackle yourself. The system you choose to use doesn’t need to be complicated and the ledgers should be straightforward, especially if you have just a few or no employees. The most important parts of doing your own bookkeeping are staying organized and keeping track of the details.

Dos caminos, dos visiones

Los republicanos y demócratas se preparan para el comienzo de la confrontación electoral El proceso electoral que se realizará en noviembre en los Estados Unidos de América cada día genera más interés. Los dos principales partidos políticos ya tienen definidas sus candidaturas a presidente y vicepresidente. Por parte de los republicanos la fórmula será Donald Trump y Mike Pence, quienes intentaran ser reelectos. Por parte del Partido Demócrata los aspirantes son Joe Biden y Kamala Harris, quienes intentaran evitar cuatro años más de gobierno republicano. En esta ocasión, la figura de los vicepresidentes es importante ya que ambos candidatos tienen una avanzada edad, tanto Trump, como Biden, superan los 70 años. Ambas convenciones se realizarán en este mes de agosto, los demócratas se reunirán del 17 al 20 en Milwaukee, Wisconsin y los republicanos lo harán del 24 al 27 en Jacksonville, Florida. Si bien es cierto que, a comienzos del mes de febrero de este año, todo parecía indicar que Trump, seria reelecto sin mayores inconvenientes, la realidad es que en los últimos sondeos sobre la intención de voto que   han realizado a nivel nacional las principales empresas encuestadoras, las cosas han cambiado. La opción de Biden aparece encabezando casi todas, sobre Trump. Sin embargo, la campaña recién comienza y hay mucho camino por recorrer. En los próximos meses se enfrentarán las dos visiones y los electores estadounidenses deberán escogerán el camino a seguir por los próximos cuatro años. El tema del manejo del coronavirus y sus consecuencias, aparece como el principal aliado de los demócratas, partiendo del hecho de que los Estados Unidos posea aproximadamente el 4% de la población global, pero el número de infectados y fallecidos por causa del virus se encuentra cerca del 25% de la estadística global. Por su parte, Trump parece tener varios ases bajo la manga: Primero, el manejo de cerca de un trillón de dólares que se otorgaran a las empresas y a los ciudadanos estadounidenses como ayudas. Segundo, los tres debates propuestos entre los candidatos, en los cuales por su personalidad Trump podría arrollar a Biden (quien se vio muy incómodo en los debates demócratas), por su personalidad. Tercero, los feroces ataques contra Donald Trump por parte de los grandes medios de comunicación como CNN y New York Times entre otros y los latinos como Univisión y Telemundo, pueden convertirlo en una víctima y al final del día, cambiar la intención de voto. Como pocas veces, el resultado de esta elección ha generado tanta expectativa en la comunidad internacional, debido a la naturaleza de los candidatos y sus visiones del papel de los Estados Unidos y por supuesto en Venezuela, ya que el tema de la situación de colapso que se vive en nuestro país ha sido parte del debate electoral. Ha sido muy evidente la diferencia en la forma de abordar los temas internacionales, los republicanos utilizan el “Hard Power”, mientras los demócratas el “Soft Power”. Para ambos, la solución del tema de Venezuela, se vincula con Cuba y Nicaragua. Sin embargo, a pesar de la diferencia entre las visiones de los dos candidatos, para nuestra tranquilidad, existe una claridad sobre la necesidad de resolver la situación de Venezuela de la forma menos traumática posible, lo cual es compartida por la mayoría de los miembros de ambos partidos. Gane quien gane las elecciones, la temática venezolana seguirá dando argumentos para los debates entre los partidos.

La pobreza mundial y el Covid-19

Para superar las consecuencias del Covid-19, se requerirá un esfuerzo de las organizaciones internacionales FELIX G. ARELLANO – Las consecuencias sociales de la pandemia del Covid-19, particularmente en la generación de pobreza, desempleo y miseria, con especial énfasis en los países en desarrollo, son tan dramáticas, que se debería aprobar un ambicioso programa de auxilio internacional, utilizando como referencia el viejo Plan Marshall (1948-1952), que se concentró en la recuperación de Europa occidental, finalizada la Segunda Guerra Mundial. En esta oportunidad, se debería diseñar, y con urgencia, un programa novedoso, que debería contar con la participación de diversos donantes, y no solo los Estados Unidos como fue el caso del Pan Marshall. Además, debería contar con la activa participación de los organismos internacionales, en particular las Naciones Unidas, para su organización y ejecución. Las Naciones Unidas estiman que, producto de la pandemia, la pobreza extrema podría llegar a 34 millones de personas, para el Banco Mundial esa cifra podría alcanzar los 60 millones. Es evidente que la pobreza representa uno de los temas más acuciantes en el mundo globalizado, que hace más evidentes las diferencias e injusticias de unas minorías que despilfarran en frivolidades y unas mayorías que apenas logran sobrevivir y, ahora, la pandemia las castiga profundamente. El tema es tan urgente que ocupa el primer lugar en los Objetivos de Desarrollo Sustentable (ODS). Es cierto que una gran mayoría de países, incluyendo economías desarrolladas, están enfrentando graves consecuencias sociales de la pandemia, pero estos países cuentan con el musculo financiero para enfrentar la situación. Muchos de ellos disponen de sistemas de subsidio al desempleo. El caso de la Unión Europea resulta significativo, pues además del multimillonario presupuesto comunitario para enfrentar la pandemia, estructurado mediante un Fondo de Recuperación de unos 750 mil millones, cada país está aprobando recursos adicionales en cifras impactantes. Conviene resaltar que en esta oportunidad pareciera que muchos países han aprendido la lección, y el apoyo financiero no se concentra exclusivamente en las empresas, como ha ocurrido en crisis anteriores, incrementando el desasosiego social y el radicalismo político. Es cierto que la corporación que recibe recursos de apoyo financiero debería mantener los empleos, pero no siempre ha sido el caso y, en algunas crisis financieras, la atención se ha centrado en los banqueros, menospreciando al público y sus hipotecas. Debemos aclarar que el covid-19 no es virus contra los pobres, pero las condiciones estructurales de la pobreza en el mundo entero y, en especial, en los países más vulnerables, los convierte en el sector más afectado. En la gran mayoría de los casos viven en condiciones de hacinamiento, grupos humanos extensos en un mínimo espacio, ¿cuál distanciamiento social? El agua, obviamente es un privilegio, ¿cómo lavarse las manos con frecuencia? Si en el día no hay ingresos, no hay comida, ¿cuál cuarentena?; es decir, cuarentena o hambre. En la complejidad de la crisis que enfrentan los países más vulnerables debemos sumar una diversidad de elementos, por eso se tipifica como crisis sistémica. Por ejemplo, no existen condiciones sanitarias para enfrentar la magnitud de afectados que puede genera la pandemia, por su fácil propagación y graves efectos en el organismo humano. En la mayoría de estos países no existe infraestructura sanitaria. Es realmente una fantasía pensar en las áreas de terapia intensiva o en los respiradores de última generación, la mascarilla de producción artesanal es un lujo. Esto significa que para muchos la muerte llega en casa, difícil contar con estadísticas exhaustivas y certeras en tales condiciones. Otro síndrome estructural de los más vulnerables, es la corrupción, cualquier nueva dotación de recursos en el sector sanitario se convierte en un potencial negocio, un drama que se presenta en cascada, desde las autoridades del ministerio, hasta el personal de limpieza. La dotación podría llegar y desaparece, pero muy cerca se pueden conseguir y comprar los productos a precios astronómicos. La situación resulta más trágica en los países con gobiernos autoritarios, pues la nomenclatura goza de impunidad. Abandonar a los países en desarrollo a su destino natural, bajo una perspectiva darwinista, y que sobreviva el más apto, no constituye la mejor decisión. Veamos el caso europeo, despreocuparse de los problemas sociales en África, en algunos casos utilizando el falso discurso del respeto de la soberanía o aprovechar los gobiernos autoritarios, ha estimulado migraciones que presionan permanentemente sus países y es un tema de discordia a nivel comunitario. Si la pandemia incrementa la pobreza, como está ocurriendo, la ecuación implica que se incrementaran las migraciones, sin importar los muros, de múltiples formas llegaran. En este complejo problema todos tienen una cuota de responsabilidad. El incremento de la pobreza supone una bomba de tiempo en múltiples sentidos, es migración segura, pero también estimula delincuencia y violencia. Algunos países en desarrollo han tratado de estructurar políticas que estimulen la estabilidad económica, la apertura del mercado, la atracción de inversiones; pero, no contaban con las devastadoras consecuencias de la pandemia. Dejarlos solos que enfrenten sus propias consecuencias, es la garantía de una mayor inestabilidad a escala mundial. En tal sentido, urge que los gobiernos democráticos coordinen, con el apoyo de múltiples instituciones, un ambicioso programa de auxilio financiero y de transformación económica, bien controlado y administrado; algo así como un nuevo Plan Marshall para enfrentar la pobreza mundial que se multiplica con la pandemia del coronavirus. Internacionalista UCV, Ex Director y Profesor Titular de la Escuela de Estudios Internacionales de la UCV

El personal diplomático y el Estado

JUAN FRANCISCO CONTRERAS ARRIECHE – La profesionalización del Servicio Exterior, desde siempre ha sido una preocupación del Colegio de Internacionalistas de Venezuela (CODEIV), recientemente el tema ha sido abordado por dos expresidentes del Colegio como son Freddy Álvarez Yanes y Alonso Pérez Marchelli quienes han hecho acertados señalamientos sobre la importancia de la necesaria profesionalización del Servicio Exterior venezolano. Los miembros del personal Diplomático de un país, son funcionarios de Estado, por lo tanto, el ingreso al Servicio Exterior no debe partir del establecimiento de cuotas, parcialidades políticas o nepotismo, ya que, en el ejercicio de sus funciones, deben velar y responder por los intereses de la nación y no a los de un partido o una ideología política. Estos funcionarios no se pueden improvisar, debido a que representan la cara más visible del país en el exterior. La formación debe responder a un proceso integral, que abarcan entre otras materias las teorías de las relaciones internacionales, el derecho internacional (público y privado), la geografía, la historia, economía, la negociación, protocolo y ceremonial y por supuesto los idiomas.  Por esta razón, le corresponde al Estado, invertir importantes recursos y tiempo en la preparación de este personal. En Venezuela se han formado cerca de cuatro mil (4.000) profesionales, egresados de las Escuelas de Estudios Internacionales de la UCV y recientemente en la USM que aspiran a desarrollar la vocación en la profesión que escogieron. La eliminación de la carrera diplomática un gran retroceso Se ha producido un gran daño al país, al eliminar la carrera diplomática, en las últimas dos décadas  Venezuela  camina en sentido contrario al resto de los países que pugnan por tener mejores profesionales cada vez más preparados y competitivos, los cuales ingresan por concurso al rango inferior de la carrera, que es tercer secretario de allí van ascendiendo, formándose y madurando en los distintos rangos hasta después de muchos años en el Servicio, logran por méritos propios cumplir los requisitos, obtener el conocimiento y la experiencia para desempeñar el rango de embajador. Si bien es cierto, el artículo 236, de la Constitución vigente, le otorga al presidente de la Republica, la atribución de dirigir las relaciones exteriores, pero esto no significa que cada presidente cuando asume el poder, debe remover y posteriormente, a todos los funcionarios del Servicio Exterior, como pretende la última e ilegal Ley de Servicio Exterior que se aprobó en la Asamblea Nacional, el año 2013, donde todos los cargos pasan a ser de libre nombramiento y remoción. Esta lamentable practica solo ha servido para colocar fichas políticas, familiares y funcionarios públicos fracasados, que solo responden a una parcialidad política. La profesionalización y la meritocracia Los internacionalistas, junto a otros profesionales afines, aspiramos devolver el brillo que el Servicio Exterior venezolano tuviera durante los años de la democracia y que concluyo el 30 de mayo del año 1999, cuando, Chávez despidió del Ministerio de Relaciones Exteriores. a la mayoría de   embajadores y cónsules, muchos de ellos funcionarios de carrera que habían alcanzado rangos superiores en base a méritos académicos y profesionales, de igual forma se persiguió, se acosó y en muchos casos se le quitaron las funciones a una gran cantidad de personal diplomático, a los cuales, legalmente, no podían despedir, de todos los rangos que se vieron en la necesidad de renunciar o acogerse a las “jubilaciones graciosas”. Esto ha representado un inmenso daño a la República, dilapidando la experiencia y conocimientos acumulados por décadas de estos funcionarios. Estas acciones continuadas, solo fueron superadas tiempo después por el despido de los veintitrés mil (23.000) gerentes y personal técnico de la industria petrolera nacional ocurrida en el año 2.003. Como resultado de estos dos casos, que no han sido los únicos, hoy en día, ya son palpables las trágicas consecuencias, que estas decisiones, han traído para nuestro país. Desde el año 2005, no se realizan concursos para el ingreso de funcionarios a la Cancillería, por esta razón exhortamos que en el momento que comience la transición política, se designe Ad-hoc, una Junta de Evaluación para el ingreso y la reestructuración de la Cancillería, que inicie el proceso de profesionalización del personal, para que se  pueda marchar en paralelo con la  elaboración y aprobación de una nueva Ley de Personal del Servicio Exterior, que contemple  la carrera diplomática basada en la meritocracia,  como la promulgada en 1962 y que de forma sustancial la mejore, atendiendo los nuevos tiempos y circunstancias, pero siempre dirigida a promover la profesionalización y excelencia de nuestro Cuerpo Diplomático y Consular.  Internacionalista UCV / Magister en Seguridad y Defensa/ Presidente del CODEIV @jfca

Después del Coronavirus

Algunas reflexiones de la Escuela de Vida que nos legó Cristo. RAFAEL GALLEGOS CASTRO – Si para algo debe servir este forzoso alto en el camino a que nos obliga la cuarentena, es para soltar el “automático” en que nos hemos acostumbrado a vivir, y pensar en las cosas que realmente valen la pena. No hay que ser gurú para entender que por encima de alimentar los egos y competir desmedidamente por riquezas y reconocimiento,  lo más importante es la familia, la salud, el trabajo como vía de sustento y realización, los amigos, la pareja, la pasión con que acometemos la vida. Hay una palabra que lo resume todo y es: amor. Amaos los unos a los otrosCuando Jesús dijo “amaos los unos a los otros” nos dio a entender que amemos a todos los seres humanos como si fuéramos  nosotros mismos, y tal cual amamos a   nuestros hijos. Pregunto: ¿alguno de ustedes me ama a mí como ama a sus hijos? Por supuesto que no… y no se sientan mal porque yo tampoco los amo a ustedes como a mis hijos.  Claro, es cuestión de nivel espiritual. El día que queramos a toda la humanidad como a nuestros hijos, habremos alcanzado el nivel de Cristo. El mensaje de Jesús es que debemos desarrollar tendencias hacia una sociedad menos individualista y más colectiva. Comprender que “mi” bienestar se enriquece con el  del bienestar de los demás y viceversa. Es más, nuestra verdadera dimensión humana se manifiesta cuando nos sentimos más felices en la medida que provocamos la felicidad de los otros. Todos los seres humanos somos hijos de Dios…… O sea, tenemos los mismos derechos. Nos ha costado siglos entenderlo. A lo largo de la historia la “civilización” ha practicado la máxima de pueblo conquistado, pueblo esclavizado. La “pureza de la raza  aria” llevó al terrible nazismo. Durante la conquista se discutía si los indios tenían alma. Hasta la Independencia, los hispanoamericanos  estuvimos divididos como metras, por colores: blancos, pardos, mestizos, mulatos, negros. Para que el muy ilustre José María Vargas pudiera ser Rector de la UCV, el Libertador tuvo que abolir el decreto que prohibía a los pardos ser rectores.Una de las páginas más macabras de nuestra historia, fue  cuando a los negros de África los cazaban en sus tierras, los montaban como sardina en lata en barcos “negreros”, los vendían como esclavos para las haciendas de azúcar, o algodón, o para las casas de los más pudientes.Y eso fue hace menos de trescientos años. La grandeza de Jesús consiste que habló de igualdad de los seres humanos hace dos mil años, en pleno Imperio Romano. Se adelantó… veinte siglos con creces, a la Declaración de los Derechos Humanos.Jesucristo por encima de todo fue un Adelantado. Un Maestro. Nos enseñó que la mejor manera de vivir es amando y en sociedades donde todos tengamos los mismos derechos. Que debemos buscar la felicidad, como tal vez diría el gran poeta Aquiles Nazoa, en “las cosas más sencillas”. Pero eso sí, si es necesario pidiéndole el látigo que usó contra los mercaderes en el templo. ¿Hacía falta que llegara el coronavirus para recordarnos las cosas realmente importantes? Amor es…Que quede claro que no estamos conversando acerca de vivir como santurrones, como si fuéramos rostros de los cuadros de santos, con ojos viendo al cielo, halo en la coronilla y una tristeza más contagiosa que el coronavirus. Ninguno se ríe.¿Y los dientes? ¿Cuál sería  el primer cuadro de la historia en mostrar una hermosa dentadura? Pocos tenían buenos dientes, por ello no los mostraban. El gran Cervantes confesó que apenas le quedaban seis dientes desconectados, medio podridos  y bailando. ¿Qué quedaba para los demás mortales de esa época?-Hablamos de amor activo y con sonrisas “a diente pelao”. Amar no es ser santurrón, es reírse, sentirse alegres y por supuesto felices. Yo soy feliz porque me siento bien, porque mi hijo es feliz y él es feliz porque sus amigos son felices y sus amigos son felices porque sus padres tienen trabajos que les permiten alimentarlos y eso es así porque hay empresas libres que les permiten laborar….Ese es el amor que dijo Jesús en su infinita sabiduría: Solidaridad, disposición, ayudar, trabajar, estudiar, pensar, parrandear, festejar, sentirnos felices con la felicidad de los otros.Si hubiera una lección aprendida en estos veintiún  años de plaga “revolucionaria” cuya guinda es el coronavirus, es que para yo ser feliz… mi país tiene que estar feliz. Ya lo dijo Bolívar los buenos gobiernos son los que buscan la mayor cantidad de felicidad posible.  El gobierno de Venezuela, como sabemos y padecemos es el que ha hecho más infeliz a la patria. Por eso somos un país tan triste… por ahora.La felicidad de los venezolanos pasa por intentar un nuevo país. Ya lo dijeron Gual y España, y lo dicen y lo repiten todos los líderes que quieren acabar con las injusticias.Veamos el inicio de la “Proclama a os habitantes libres de la América Española”, en 1797, de Gual Y España: ¿Hasta cuándo vuestra paciencia aguantará el peso de la opresión que crece todos los días? ¿Hasta cuándo besaréis servilmente el látigo con que os azotan?… ¿Tenéis gusto en vuestra miseria?¿Quién de ustedes tiene gusto en vuestra miseria? Miseria y hambre de mucho venezolano que no tiene que comer, o que tiene pésimos servicios de luz, agua, hospitales, escuelas, Internet. La tristeza de ganar tres vergonzosos dólares al mes y de paso, tener la familia sobreviviendo  a miles de kilómetros.Felicidad es prosperidad. Prosperidad es trabajo bien remunerado, buenos servicios, libertad de empresa, de expresión, democracia.Ser cristiano es amar y ser solidario, es estudiar y es luchar, es creer en nosotros mismos. ¿Cómo hacer?Hay pueblos que han revertido su destino. Japón superó la desgracia de dos bombas atómicas y  puso a Estados Unidos a comprarle computadores, carros, línea blanca. Y en medio de terremotos, maremotos y una muy densa población. Alemania superó el macabro nazismo y se convirtió en el país líder de la Comunidad Europea. España superó el franquismo y

Una democracia en crisis, pero perfectible

La democracia es el peor sistema de gobierno, a excepción de todos los demás que se han inventado. Sir Winston Churchill             YOLANDA VANEGAS REYNALES –             Cuando el ser humano decide integrarse en comunidad después de muchísimos años de nomadismo, tiene que crear mecanismos culturales que regulen y controlen esa sociedad y permitan la subsistencia del hombre. De allí va surgiendo lo que posteriormente se constituye como Estado, del cual nace la idea de la ciudadanía y del ciudadano. Los Estados van a asumir históricamente diferentes concepciones, entre las cuales se encuentran los totalitarismos y las democracias, ambos en diversos grados y características. Estas últimas son, sin lugar a dudas, las más adecuadas para los fines que el hombre aspira, toda vez que es lo que más se acerca a la defensa de los derechos humanos y al respeto de la dignidad, pero como todas las concepciones culturales, cuando no logra los objetivos entra en crisis y hay que buscar los cambios necesarios. Se impone, entonces, reflexionar sobre lo que ha determinado esa crisis, comprenderla y actuar en consecuencia, como lo dice Andrés Rosler. No basta sólo comprender, sino que también hay que actuar.             Desde épocas muy remotas, ya las prácticas democráticas vienen arrastrando discriminaciones y exclusiones, como lo manifiesta el sociólogo Boaventura de Sousa Santos. En la antigua Grecia, por ejemplo, no todos gozaban del carácter de ciudadanos y existía exclusión de los que llamaban estigmatizados, como los esclavos, a quienes se les despreciaba socialmente. Sin tener que analizar los distintos períodos históricos en donde se han apreciado iguales desprecios, podemos afirmar que en este siglo todavía se observa la exclusión de los que se considera distintos y se relega al gay, a los enfermos mentales, a los que carecen de fortuna, a las minorías raciales y étnicas, estableciéndose un dualismo de nosotros-ellos. De esa manera, no se respetan, pese a que las legislaciones digan lo contrario, los derechos civiles, políticos y sociales de los que son despreciados, discriminados o excluidos.             De igual manera, se ha sostenido la tesis por parte de varios estudiosos, entre ellos el filósofo Yuner Flórez Eusse, de que el Estado ha pretendido siempre dominar a las masas representadas por los más desposeídos, con el fin de mantenerla enajenada, utilizando el derecho y las leyes como un medio para tal objetivo. El ser humano decidió constituir la sociedad y con ella al Estado como instrumento para organizarla y controlarla, pero se tergiversó ese concepto atendiendo intereses particulares de élites favorecidas. En ese orden de ideas, se observa que en la época contemporánea, los que detentan el poder con mucha frecuencia incurren en actos de corrupción, es notorio el tráfico de influencias y la manipulación de la ley en búsqueda de enriquecimiento o de la perpetuidad en el ejercicio de un mandato, todo ello en detrimento de las clases más vulnerables, siendo evidente el desprecio a la dignidad humana que es el bien protegido en la teoría.             Por otra parte, el afán de lucro, la inequitativa distribución de la riqueza, la explotación indiscriminada de los recursos naturales, el irrespeto de la naturaleza y su aprovechamiento sin límites, han ido causando que los gobiernos se conviertan en lo que el citado Boaventura de Sousa Santos llama una democracia de baja intensidad, que es puramente representativa, con dominio de pocos, defensora de los intereses de élites y oligarquías y con predominio represivo. En el caso colombiano, si bien la constitución define al Estado como social y de derecho, lo cual involucra el predominio de la ley y de los derechos del hombre, también hay una realidad en la que se observa corrupción en todos los poderes del Estado, impunidad en casos de delitos cometidos por personas con influencias económicas o políticas, estados de pobreza extrema agudizada en estos tiempos de pandemia, falta de distribución equitativa de recursos, compras de votos en los procesos electorales, falta de protección a los indígenas y a su Madre tierra y otros de la misma naturaleza, que ubican en situación de crisis de la democracia. Si fue instaurada para el bienestar de todos, no lo está cumpliendo cabalmente.             Ante esa problemática, hay que reaccionar y llevar a la democracia a un estado de alta intensidad. Eso supone que el ciudadano se concientice y adquiera formación y responsabilidad, convirtiéndose en un ciudadano activo; que la concepción democrática no sea solamente representativa sino también participativa; que se procure el respeto a la dignidad humana como lo pregona Kant y, en fin, que con todos esos aportes se replantee el Estado y con él la democracia. Ante la pregunta de si se debe tolerar al intolerante, la respuesta debe ser que sí, lo cual se hace con argumentos y diálogo, para no caer en lo que Miguel Miranda Rodríguez alertó sobre los diálogos entre gobierno y las FARC para terminar la lucha armada. Apunta tal autor, que en las conversaciones ambos grupos mantenían total rechazo de los puntos del otro, lo cual conducía al fracaso, puesto que no había tolerancia.             Se podrá así afirmar que como hemos expresado, la democracia actual tiene fallas, pero se pueden corregir y revertir, lo cual la hace perfectible y pese a su crisis actual, el hombre en general y el colombiano en particular, tendrá el mejor escenario para su desarrollo y bienestar. yolvanrey@gmail.com  @damaparo Escritora, poeta y luchadora social. Estudiante de Filosofía en la UNAD en Colombia

Калькулятор коэффициента Шарпа

Коэффициент Шарпа является классическим показателем оценки результативности управления инвестиционным портфелем, паевым инвестиционным фондов или даже вложения в отдельную акцию. Чем выше значения показателя, тем большая сверхдоходность была получена управляющим. Для быстрой оценки коэффициента Шарпа можно воспользоваться сервисом «НЛУ», а для оценки стратегии собственного инвестиционного портфеля необходимо провести расчет в Excel. Модификация показателя позволяет решить вопрос более реалистичной оценки риска за счет использования статистических показателей распределения исторической доходности. Пример оценки коэффициента Шарпа для инвестиционного портфеля Коэффициент Шарпа (англ. Sharpe Ratio) – популярный индикатор, показывающий доходность портфеля относительно его рискованности. Он помогает оценить, связана ли более высокая доходность портфеля с принятием большего риска или с лучшими инвестиционными решениями. Далее необходимо разделить значение доходности на показатель риска. Полученная в результате выполненных действий цифра и будет коэффициент Шарпа. При торговле на фондовых рынках широко применяется анализ с использованием вычисления коэффициента Шарпа. Расчет прибыльности безрискового актива Пожалуй, где его нельзя встретить, так это на страницах с описаниями ОПИФ. Здесь в игру вступает коэффициент Шарпа — показатель риска, который рассчитывает среднюю доходность инвестиций по сравнению с их потенциальными рисками. Он определяется путем вычитания безрисковой процентной ставки из ожидаемой доходности портфеля и деления результата на стандартное отклонение, также известное как статистическая мера волатильности актива. Коэффициент Шарпа можно использовать для оценки прошлой доходности портфеля (постфактум), где в формуле используется фактическая доходность. Можно ли использовать коэффициент Шарпа для сравнения инвестиций из разных классов активов? Расчет коэффициента Шарпа портфеля не должен быть оставлен на усмотрение профессиональных инвестиционных менеджеров. Самостоятельные трейдеры могут рассчитать этот показатель и обратиться к своему брокеру, чтобы лучше понять, что он означает для их портфеля. коэффициент шарпа выше 0,5 является лучшим показателем на рынке, если он достигается в долгосрочной перспективе. Разница между коэффициентом Шарпа и коэффициентом Сортино Для оценки избыточной доходности, которую получил инвестор необходимо рассчитать минимальную возможную доходность, которую он мог бы получить при вложении в абсолютно надежные активы. Именно избыточная доходность отражает качество управления и эффективность принимаемых решений менеджером паевого инвестиционного фонда. При торговле на фондовых биржах в качестве данного параметра используется волатильность актива за тот же временной интервал, что и доходность. Волатильность можно определить через калькулятор волатильности, используя сервисы брокеров или торговые терминалы. В середине XX века профессор Стэнфордского университета и лауреат Нобелевской премии Уильям Ф. Шарп опубликовал статью о взаимосвязи доходности инвестиционного портфеля и его волатильности. Через некоторое время этот показатель получил название “Коэффициент Шарпа” (Sharpe ratio). На рисунке ниже будет отражаться ранжирование всех паевых инвестиционных фондов по коэффициенту Шарпа. Так фонд «РЕГИОН Фонд акций» имеет максимальное значение коэффициента Шарпа, что свидетельствует о высоком качестве управления. В результате необходимо сопоставить доходность полученную за счет управления рискованными ценными бумагами и минимальный уровень доходность абсолютно надежного актива. Составляя портфель из двух разных инструментов с определенным коэффициентом Шарпа, итоговый портфель не будет иметь средневзвешенный коэффициент Шарпа двух активов. Для примера возьмем два фонда со следующими характеристиками (см. таблицу 1). Если рассчитанное значение меньше 1, это свидетельствует о том, что избыточная доходность принимает отрицательные величины, лучше предпочесть актив с минимальным уровнем риска. Коэффициент Шарпа следует использовать с осторожностью и рассматривать наряду с другими факторами. Он опирается на исторические данные, предполагает нормальное распределение доходности и может быть применим не ко всем классам активов или инвестиционным стратегиям. Для этого необходимо подготовить значения цен активов за определенный промежуток времени. Сравнивая доходность инвестиции с безрисковой ставкой, коэффициент Шарпа определяет избыточную доходность, полученную в результате принятия на себя дополнительного риска. Управление инвестициями требует компромисса между доходностью и риском. Инвестиции, которые генерируют более высокий доход, обычно имеют более высокий риск. Он указывает на то, что инвестиции принесли более высокую избыточную прибыль по сравнению с их волатильностью. Чем выше стандартное отклонение, тем более высокую доходность будут ожидать инвесторы. Базовая концепция коэффициента Шарпа заключается в том, чтобы узнать, сколько дополнительной прибыли получит инвестор за дополнительную волатильность от рискованного актива над безрисковым активом. Последний шаг – разделить (Rx – Rf) на стандартное отклонение рискового актива. Безрисковая ставка выступает в качестве ориентира или того, что было бы заработано практически без риска. Коэффициент Шарпа часто встречается в работе с казначейскими ценными бумагами из-за малой вероятности их дефолта. Например, можно использовать 5-летнюю ставку этих инструментов для расчета коэффициента Шарпа для такого портфеля. Соотношение Шарпа позволяет проанализировать, окупился ли риск прибылью по сравнению с доходностью, которую можно было бы получить без риска. Шарп в 1966 году, как об инструменте для анализа эффективности инвестиций. Информация представленная на данном сайте не является инвестиционным советом или рекомендацией и выкладывается исключительно в образовательных целях. Все расчеты производятся без учета комиссий, налогов и иных издержек связанных с держанием, покупкой или продажей ценных бумаг. Для наглядности можно оценить риск стратегий, сравнивая две различные выборки данных. Инвесторы не должны рассчитывать только один какой-то показатель и принимать решение об использовании инвестстратегии. Комплексный подход позволит получить более объективный результат. Весьма важно нормальное симметричное распределение исходных данных. Таким образом, значение коэффициента Шарпа отрицательное, что свидетельствует о том, что портфель рискованный и требует пересмотра. Доходность по безрисковому активу выше, чем доходность по портфелю. Это говорит о том, что инвестору выгоднее положить деньги в банк под 8 % годовых, чем вкладывать в этот портфель. Расчет коэффициента показывает инвестору, какая степень риска присуща определенному активу. В любом случае отрицательный коэффициент Шарпа не несет никакого полезного значения. Коэффициент Шарпа использует стандартное отклонение доходности в знаменателе как показатель общего риска портфеля, который предполагает, что доходность распределяется нормально. Шарп опубликовал статью о взаимосвязи доходности инвестиционного портфеля и его волатильности. Основным достоинством данного коэффициента является то, что при его использовании можно увидеть, какой финансовый инструмент будет обеспечивать более плавную прибыльность, а какой — скачкообразную. Основным достоинством данного коэффициента является то, что при его использовании можно увидеть, какой финансовый инструмент будет обеспечивать более плавную прибыльность, а какой – скачкообразную. В данном случае расчет выполняется по формуле, указанной в статье. Данный показатель дает возможность определить, каким именно образом изменится (уменьшится или увеличится) доходность выбранного актива в сравнении со средней доходностью за выбранный временной промежуток. Если рассчитанное значение больше 1, это свидетельствует о том, что для портфеля или актива характерна высокая доходность, что делает его привлекательным для инвестиций. Инвестор хочет получить большую доходность по сравнению с той, которую он мог бы получить, если бы вкладывался только в полностью надежные активы. Последняя характеризует качество менеджмента и эффективность принимаемых решений инвестором. Инвесторы рассчитывают коэффициент